Pesquisar

Jovem deve ser o foco das campanhas eleitorais

 

Políticos precisam planejar suas estratégias de campanha

com o objetivo de alcançar seus futuros eleitores


 As novas tecnologias mudaram as campanhas eleitorais em todo o mundo. A TV e o rádio deixaram de ser os principais palcos de comunicação com o eleitor e as últimas eleições para a presidência em países com muitos eleitores, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, foram definidas pelas redes sociais.

 

O principal público das plataformas digitais não há dúvidas de quem seja: o jovem. Esta configuração faz com seja imprescindível que as estratégias de campanha sejam montadas levando em consideração os gostos, as linguagens e o universo desses eleitores.

 

“Em um clima de maior interesse político, como estamos vivendo, uma mensagem bem embalada acaba por envolver os jovens. Eu acho que os políticos precisam pensar em quem vai votar nele no futuro”, disse Paulo Kramer, que é mestre e doutor em Ciências Políticas.

 

O especialista considera que os novos meios de comunicação fornecem diversas ferramentas para alcançar o público desejado. Diferente das antigas tecnologias, que eram feitas para uma massa generalizada, as redes sociais permitem que a comunicação seja direcionada para pessoas com gostos e idades específicas.

 

Atualmente resta aos partidos a missão de se organizarem para buscar o jovem. Como deixa claro o cientista político, “as estratégias de campanha precisam ser pensadas com o objetivo de alcançar o jovem porque a eles pertence o futuro da política” afirmou.

 

As assertivas foram ditas por Kramer em uma entrevista concedida a Márcio Coimbra, presidente da Fundação da Liberdade Econômica (FLE). A conversa aconteceu no #19 episódio do podcast Liberdade em Foco com o tema “campanha eleitoral não é para amadores”. Você pode conferir a íntegra do conteúdo no site da fundação ou no Spotify.

 

Sobre a FLE
 

A Fundação da Liberdade Econômica (FLE) é um centro de pensamento, produção de conhecimento e formação de lideranças políticas. É baseada nos pilares da defesa do liberalismo econômico e do conservadorismo como forma de gestão. Criada em 2018, a entidade defende fomentar o crescimento econômico, dando oportunidades a todos. Nesse sentido, investe em programas para a formação acadêmica, como centro de pensamento e desenvolvimento de ideias. Ao mesmo tempo, atua como instituição de treinamento para capacitar brasileiros ao debate e à disputa política.

 

Mais informações:
 

Assessoria de Imprensa / Relações Públicas